29.5.09

coisas boas da vida (2)

Para fora de casa, para fora do país,
dentro de casa, dentro do país
ou mesmo dentro de nós próprios.

coisas boas da vida

ando a ler


MEU PORTUGAL BRASILEIRO
de José jorge Letria
Vale mesmo a pena!

28.5.09


«Un mètre 80 des biceps
plein les manches
Tu crèves l'écran
de mes nuits blanches
Où je me fais du cinéma
Te voilà déjà dans mes bras
Le lit arrive en avalanche
Sur l'écran noir de mes nuits blanches
Moi je me fais du cinéma
Une fois, 2 fois, 10 fois, 20 fois
Je recommence la séquence
Où tu me tombes dans les bras»
Terez Montcalm

Pensando na AJ

[foto pmferreira]
«Essa miúda faz-te acreditar

que o sol é um presente

que a aurora traz

principalmente para ti...»
J.Palma

BIBLIOTECA de Amsterdão

[fotos Bibliotecários sem Fronteiras; http://bsf.org.br/]






O Openbare Bibliotheek Amsterdam-OBA é o nome coletivo para todas as bibliotecas públicas em Amsterdam, na Holanda. A biblioteca central (a das fotos) foi reinaugurada em 2007 e, actualmente, é a maior biblioteca pública da Europa (em tamanho de superfície, são quase 30 mil metros quadrados).

BIBLIOTECA de Roterdão

[fotos marga; roterdão, eurotrip, 2008]




































27.5.09

18 anos de uma miúda especial

Alguém já viu festejar os 18 anos sem festa?
Darling,
be happy, be free...
só tens 18 anos 1 vez na vida!

26.5.09

contrastes

[Borders, NY]

[Calcultá]

para ver as mais belas biliotecas/livrarias do mundo passe em http://www.miragebookmark.ch/most-interesting-bookstores.htm

Seguindo as palavras sábias da MIMI de Oeiras

«We need to stop focusing on what others have that we don't have.
We need to look inward at our good qualities as well as our imperfections.
We need to see who we are by being ourselves.
Life is not made up of people who are good and bad, happy and sad, rich and poor, beautiful and ugly. Life is made up of people being themselves.
Today I will start to be myself. Help me show others the real me, not an imitation.»
Madalena Muñoz em
OBRIGADA MIMI de Oeiras!

25.5.09

inacreditável


l'amour

Passeando pelo blog de minha amiga *Peruca*, fui remetida para o blog de O Arrumadinho e eis que me deparo com este «INSULTO AO AMOR»:

«O amor é o maior filho da puta à face da terra. É um falso, um embuste, um sacana da pior espécie. É o escroque que se embrenha em nós, que nos consome, que nos corrói, que se cola como uma lapa e que depois, quando nos queremos ver livre dele, recusa-se a ir. E não nos larga o coração e suga-nos até à alma.O amor é tudo o que não se quer. Porque não dura sempre – e nós sabemos que ele não dura sempre e teimamos em idolatrá-lo. Enquanto dura, enquanto existe no ar, enquanto alimenta uma vida, finge-se de herói, de salvador, de deus da alegria. Mas anda a enganar-nos a todos. O amor é um Judas, um Robert Ford, é o vira-casacas que nos entrega aos bandidos, que nos espeta uma faca nas costas. É o cínico que se faz de amigo, de gajo porreiro, para que quando viremos costas nos atirar para a valeta.Miguel Esteves Cardoso fez um dia o elogio ao amor. Ah! Ah! Só dá para rir. Elogiar o quê? O amor puro só serve para vender bilhetes de cinema, porque não há amor puro, porque se houvesse o amor puro venceria tudo, aguentaria embates com a força de um camião TIR, derrubaria fortalezas, esmagaria exércitos, mas não, o amor puro só faz isso no cinema, porque é nas telas e nos guiões que ele existe. Diz o Miguel que o amor é uma coisa e a vida é outra. Nisso tem razão. A vida é o que é, é o que nós fazemos dela, o amor não, o amor é um traste que quando se quer ir embora vai e não liga puto a quem o tratou bem, a quem acreditou nele, a quem lutou por ele – falso, Judas, cabrão de merda.O amor é uma praga que se espalha e se impregna nos corações dos fracos, porque ele sabe que todos somos fracos e que todos queremos encher o coração com alguma coisa. Geralmente é com o amor, que chega de pantufas, pé ante pé, mergulha no quentinho do coração e tapa-se até às orelhas. E ali fica, como se fosse a coisa mais querida do mundo. Só que ele não dorme. Ele finge que dorme, porque - não sei se já disse - o amor é um falso, um paneleiro sem vergonha, que só nos quer conquistar para mostrar que é forte, que move marés, faz o sol brilhar e gera tempestades. E é isso que ele faz. Mostra-nos o sol, para logo de seguida nos espetar com um trovão nos cornos, que nos frita os miolos e nos manda desta para melhor.O mundo está cheio de gente enganada, de gente infectada por esta doença mascarada de coisa fofinha, esta coisa que diz chamar-se amor. A esses, aos enganados, aos pobres coitados que pensam que ganharam o Euromilhões porque têm o coração cheio, só deixo um recado: não perdem pela demora. O amor só está à espera do melhor momento para vos fulminar. É no momento em que virarem costas, é no momento em que se mostrarem frágeis, é no momento em que derem o flanco, é aí, meus caros, que estão fodidos.Porque noutra coisa o Miguel Esteves Cardoso tinha razão: o Amor é fodido. »
O Arrumadinho

Pénis Tatuado, por Ana de Amsterdam

«Pela manhã, no comboio que vem de Alverca, uma mãe gabava a duas companheiras de viagem a tatuagem que o seu Leandro Miguel fizera no pénis. Linda, assegurava, assim tribal a fazer lembrar aquelas tribos da Indonésia, Polinésia ou lá o que é que é. As outras davam gargalhadinhas nervosas. A mulher devia ter uns quarenta e cinco anos e falava com entusiasmo do seu filho Leandro Miguel. Também tinha um piercing na língua. Usava as calças muito largas. Só queria roupa de marca. O boné custara-lhe quarenta e cinco euros. Os últimos ténis quase cento e vinte. Tinha dois brilhantes nas orelhas. Às vezes, para desenjoar, tirava os brilhantes e colocava umas argolas de ouro branco. Não era bom aluno. Isso, porém, não parecia preocupar a mãe. Que o filho fosse medíocre como ela própria era algo que parecia quase confortá-la. Por fim, em jeito de remate, para mostrar que era uma mãe modernaça, muito prá-frentex, que comungava dos interesses do filho, mostrou a tatuagem que fizera no tornozelo. Um golfinho saltando nas águas do mar. Uma beleza.
(Custa-me reconhecê-lo, mas o CDS tem muita razão naquilo que diz em relação à polémica da distribuição de preservativos. Compete às família, pobres, ricas, remediadas, e não à escola educar os filhos. Compete às famílias e não à escola assegurar que os miúdos tomam as precauções necessárias quando iniciam uma vida sexual activa. Compete às famílias explicar que o sexo não se inicia aos doze, nem aos treze, nem aos quinze anos e que quem o pratica corre riscos. Quem não quer educar os filhos, quem não está para os acompanhar, não os deve ter. Se o Leandro Miguel quiser foder, com o seu pénis tatuado, as feiosas todas do 10º ano da escola secundária da Arrentela que o faça. Se engravidar uma Bruna ou uma Micaela Cristina, cujo sonho secreto é participar numa novela da TVI ou ser capa da Maxmen, que engravide. Se apanhar uma doença infecto-contagiosa e morrer antes dos vinte e cinco é uma sorte para todos nós.) »
ANA DE AMSTERDAM

22.5.09

em busca do conhecimento

na versão mais moderna, "se não encontrares aqui vai ao google!"
LOL

20.5.09

[ "Biografias", Alicia Martín, Cordoba]

Entre 20 de Março e 19 de Abril de 2009, a artista Alicia Martín apresentou, no Molino San Antonio, em Córdoba, a obra "Biografias".
Esta exposição, integrada no ciclo "Cosmoarte de Cosmopoética", é uma homenagem à poesia através do livro, 'contentor de poemas'.
A peça apresentada em Cordoba é a terceira de um conjunto de obras similares da artitsa (no Palácio de Linares - na praça Cibeles em Madrid - e no centro de Linz, Austria).
Alicia Martín utiliza o livro como matéria central do seu trabalho. Sobre o trabalho desta artista pode ler-se em Bibliotecários Sem Fronteiras [http://bsf.org.br/page/2/] o seguinte:

“Las bibliotecas se construyen por acumulación de saberes y su clasificación es el primer paso hacia el aprendizaje útil. Pero toda categoría es arbitraria y los libros de Alicia Martín, en su neurótico y aleatorio recorrido, recuerdan que la biblioteca no discierne lo trascendental de lo mediocre. Las voces superpuestas de Políglotas, a modo de lectura múltiple y confusa, aluden a que la sociedad de la información actual puede convertirse en una segunda Torre de Babel. La cultura precisa de una interpretación para llegar a ser conocimiento. Sin esto, cada libro sería un libro infinito, un minotauro perdido en una librería inútil “.

18.5.09

pmferreira

[direitos reservados, foto pedro ferreira]
Ora passem lá nesta página http://www.flickr.com/photos/pmferreira/
para verem como este "miúdo" faz fotos giras

15.5.09

thinking about.... Toulouse-Lautrec

Toulouse-Lautrec, In Bed Kiss

Almoços saudáveis



Hoje ao almoço decidi que não estava doente e que não estava cansada e fui ao ginásio esticaaaaaaaaar-me.

Não há nada como uma aula de bodybalance que combina perfeitos alongamentos de yoga e tai-chi com os abdominais de pilates… sempre de barriga para dentro e com as costas bem direitinhas… espectáculo!
Aloooooooguei, estiqueeeeei-me toda… e acho que até sinto que a minha respiração se faz agora com mais facilidade e que o cansaço levou um coice e se afastou.
Sinto-me mais forte!
Almocei depois em 10 minutos, no Delicato. Uma sopinha extraordinária e umas frutinhas maravilhosas, descascadas e dispostas num pratinho do género nouvelle cousine! Ai que bom!
Parece que estou a entrar na rotina saudável, de novo. Estava a ver que nunca mais voltava ao costume! É que com dias e noites fora de casa, em curso em horário pós-laboral e uma constipação do caneco pelo meio, estava difícil de garantir as rotinas saudáveis. Agora é só passar este vento danado (e a dor de ouvidos) e retomo as caminhadas do costume. Há hábitos fantásticos, não há!

14.5.09

dias difíceis



Já não bastava o cansaço acumulado de vários dias demasiado corridos e noites mal dormidas, tinha que ser invadida por uma terrível dor de ouvidos (ou melhor do ouvido direito!).

Quer dizer, mais uma noite sem dormir e um dia de m..r..da!

Diz o médico que não consegue ver se há infecção pois parece que o dito ouvido está completamente tapado de cera! Que imagem linda, não é? blhac... Se calhar ando a dar ouvidos a quem não devia ou então é o meu organismo a defender-se das coisas parvas, patéticas e estúpidas que anda para aí a ouvir diariamente. Assim, ouvido direito (o tapado) para as ocasiões mais formais e ouvido esquerdo para me divertir com os que mais gosto! Parece-me bem!

Agora que a dor está a passar, sinto-me assim tipo a Dori. Lembram-se? O peixe-baleia do filme "À procura de Nemo"!?... que fAlAvA ASssIM como se estivesse no fundo de uma garrafa... pois eu sinto que tenho um búzio no ouvido, que estou sempre a ouvir o mar ou que estou em constante take-off, a sentir aquela pressão típica das viagens de avião...

bem... cá estamos.

Amanhã será um novo dia. E será melhor!

12.5.09

À AJ

«A roda do mundo é assim, imparável dia após dia. Dramas e tragédias, alegrias e encantos preenchem todos os espaços vazios a que chamamos presente. Aqueles espaços que ainda ontem permaneciam no horizonte desconhecido das nossas inquietações e dos nossos anseios, ou que acalentavam um sonho qualquer, uma vontade, um desejo secreto de felicidade. Espaços que amanhã estarão gastos irremediavelmente num lapso de tempo vertiginoso em que a terra girou apenas uma vez sobre si própria, arrastando-nos nessa fuga para a frente que preside aos destinos do universo desde que o mundo é mundo. Dia a dia fazemos esses pequenos balanços do deve e haver da vida, numa contabilidade incessante: aqui e ali um momento em que o sol nos aquece a alma, de vez em quando mais uma cicatriz que deixa marcas no coração. Temos esperança, contudo. Temos sempre esperança. Sobretudo quando chega mais alguém a esta aventura do que nos é próximo, um pássaro em vôo rasante numa manhã clara deste Maio solar e quente. A mais bela linha convexa da natureza rasgou-se para deixar passar uma menina chamada Ana João, filha da nossa Inês. Bem-vinda!»
João Carlos Lopes
in Jornal Torrejano, 08.05.2009

11.5.09

CONVENTO DO ESPINHEIRO - ÉVORA







Hei de voltar...

o fim do livro tradicional



«Diz-se que a escrita foi inventada há aproximadamente cinco mil e trezentos anos, pela necessidade prática da substituição do mensageiro. O mensageiro, utilizado frequentemente para fins militares, na maior parte das vezes morria antes mesmo de conseguir transmitir a mensagem. E, se a transmitia, normalmente era deturpada. Com a invenção da escrita, não terminaram as más interpretações. No entanto, é por causa dela que se inventa o livro.Na Suméria (sítio onde é hoje o Iraque), o livro tinha como suporte as tábuas de cerâmica ou de pedra.Só no antigo Egipto, dois mil anos depois, mais coisa menos coisa, é que o suporte do livro mudou para folhas de papiro feitas a partir da planta cyperus papyrus. Uma tecnologia tão complexa que, para terem uma ideia, a produção de uma folha de papiro custaria o equivalente a 50 euros. Como podem verificar, comparativamente, os livros são hoje bastante mais baratos.O cilindro de papiro foi um avanço tecnológico enorme em relação às tábuas, quebradiças e pesadas, de cerâmica. Manteve-se durante muitos e longos anos, da Grécia antiga ao Império Romano. E é exactamente nesta altura que o livro mais se desenvolveu e se expandiu a todas as áreas do conhecimento humano. Como curiosidade, foi Júlio César que mandou construir a primeira biblioteca pública e, paradoxalmente, foi também apontado como um dos responsáveis pelo incêndio que destruiu a lendária biblioteca de Alexandria.Na antiguidade ocidental o livro mantém o suporte, o cilindro de papiro. Na Idade Média surge o pergaminho. É assim até ao invento do papel pelos chineses. O codex, isto é, o livro tal como o conhecemos, mantém-se praticamente inalterado desde há mais de meio milénio, graças à invenção de Gutenberg.O livro em papel foi, em toda a história do Homem, o objecto de tecnologia cultural mais venerado. Agora constantemente se ouve falar do seu fim. Não há dia em que não surjam notícias sobre os novos suportes para o livro, os famosos livros electrónicos ou e-books. Sou um céptico em relação ao livro digital, sinceramente não acredito muito no seu sucesso. Desde já, porque são demasiado caros e pouco atraentes esteticamente. Julgo que, por uns tempos, o livro “tradicional” vai continuar a passar a perna ao livro tecnológico. Fala-se de que um tipo de papel orgânico será o futuro dos ecrãs. Imaginem, se assim for, as potencialidades de um livro.
A transmissão do conhecimento no futuro deixará forçosamente de se fazer através do livro tradicional. Contudo, penso que passará muito mais por qualquer coisa parecida com a hipnopédia do extraordinário livro de Aldous Huxley, Admirável Mundo Novo, do que por um qualquer e-book.»

Jaime Bulhosa

Eu & Elvis queriamos ter lá estado... mas não estivemos






SENSATION

QUEM FOI?

Contem como foi.