Eheheh sabes que tenho encontrado umas coisas bem giras na nova casa. Coisas do casal que lá morava, ambos falecidos. Teriam hoje provavelmente uns 90 anos... E tinha de partilhar as dicas sábias que para ali estavam encerradas no bau das suas memórias! Aproveita que isto são relíquias! :)
É bom ler os capítulos seguintes, e que tardaram a chegar, do "Nós por cá, em 1912". Quanto à sabedoria conjugal, qualquer que seja o modelo escolhido para materializar a conjugalidade, defendo que a conquista não deve ser balizada por códigos. Vivas à espontaneidade, à verdade, à comunhão de interesses. Contudo, entendo a importância desta frase escrita há mais de cinquenta anos. Isabel Pires
É bom ler os capítulos seguintes, e que demoraram a chegar, do "Nós por cá, em 1912". Quanto à sabedoria conjugal, qualquer que seja o modelo escolhido para materializar essa conjugalidade, prefiro que a conquista não seja balizada. Vivas à espontaneidade, à verdade, à comunhão de interesses. Entendo, contudo, a importância desta frase escrita há mais de cinquenta anos. Isabel Pires
4 comentários:
:o
Valha-nos deus, zeus, alá e todas as outras entidades!!! O_o
Saudades. BeijOoOooOO
Eheheh sabes que tenho encontrado umas coisas bem giras na nova casa. Coisas do casal que lá morava, ambos falecidos. Teriam hoje provavelmente uns 90 anos... E tinha de partilhar as dicas sábias que para ali estavam encerradas no bau das suas memórias! Aproveita que isto são relíquias! :)
É bom ler os capítulos seguintes, e que tardaram a chegar, do "Nós por cá, em 1912".
Quanto à sabedoria conjugal, qualquer que seja o modelo escolhido para materializar a conjugalidade, defendo que a conquista não deve ser balizada por códigos. Vivas à espontaneidade, à verdade, à comunhão de interesses. Contudo, entendo a importância desta frase escrita há mais de cinquenta anos.
Isabel Pires
É bom ler os capítulos seguintes, e que demoraram a chegar, do "Nós por cá, em 1912".
Quanto à sabedoria conjugal, qualquer que seja o modelo escolhido para materializar essa conjugalidade, prefiro que a conquista não seja balizada. Vivas à espontaneidade, à verdade, à comunhão de interesses. Entendo, contudo, a importância desta frase escrita há mais de cinquenta anos.
Isabel Pires
Enviar um comentário